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		<title>Minha viagem ao universo de Steve Jobs</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 15:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um pouco de tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

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Minha peregrinação ao universo mítico de Steve Jobs aconteceu em janeiro de 2005, quando estive em San Francisco para cobrir minha primeira e única Mac World. Isso aconteceu há apenas seis anos, mas parece que foi há muito mais tempo. Revisitando essas memórias, me dei conta de que viajar ao exterior, naquela época, era uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/10/110905_00.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1673" title="110905_00" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/10/110905_00.jpg" alt="" width="357" height="476" /></a></p>
<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/10/110905_00.jpg"></a>Minha peregrinação ao universo mítico de Steve Jobs aconteceu em janeiro de 2005, quando estive em San Francisco para cobrir minha primeira e única Mac World. Isso aconteceu há apenas seis anos, mas parece que foi há muito mais tempo. Revisitando essas memórias, me dei conta de que viajar ao exterior, naquela época, era uma experiência profundamente  diferente do que acontece hoje em dia. E isso, em grande parte, se deve ao legado que Jobs nos deixou.</p>
<p>O máximo em portabilidade que a tecnologia oferecia aos viajantes então era um GPS no painel do carro alugado. É verdade que quem carregasse um desconfortável laptop poderia procurar hospedagem ou os horários de vôos no quarto do hotel ou nas salas vips dos aeroportos. Mas isso não chega aos pés das inúmeras facilidades que os aplicativos para smartphones oferecem aos viajantes hoje em dia, ou do mundo de possibilidades que se abrem para quem pode levar um tablet na bagagem.</p>
<p>Naquele ano,  entretanto, ninguém sabia ao certo se Jobs daria as caras no evento. Poucos meses antes ele havia anunciado que estava com câncer no pâncreas. Depois, sofreu uma delicada cirurgia. Havia muita especulação sobre seu real estado de saúde.</p>
<p>Exatamente por isso, quando ele surgiu no palco do Moscone Center, vestindo o tradicional jeans e camiseta preta de gola role, ainda que bastante abatido, a platéia quase veio abaixo. Nunca fui um macmaníaco. Mas ver aquele mito da tecnologia dar mais uma de suas inúmeras voltas por cima, e de quebra presenciar o lançamento do então surpreendente iPod shuffle, foi emocionante. O Mac Mini foi o outro destaque daquele ano.</p>
<p>Acabada a apresentação, fui passear pela feira. E quando dava uns passos para trás tentando fotografar os lançamentos no estande da Apple, quase dei um encontrão no Steve Jobs em pessoa. Me desculpei, sem graça, diante do sorriso que ele me lançou. A oportunidade de uma entrevista escapava pelo avanço dos seguranças. Tudo que consegui balbuciar foi um “o Sr. parece bastante contente, não Mr. Jobs?”. Já se afastando, ele me brindou com um “Claro, estou de volta, não estou? E esse shuffle vai popularizar de vez o iPod”. Se o iPhone tivese sido lançado dois anos antes, talvez esse filminho não estivesse apenas aqui, dentro da minha memória.</p>
<p>Jobs nos deu novas formas de experimentar  nossas viagens. E ainda que a Apple não tenha sido  a única empresa a desenvolver tecnologias móveis com impacto na indústria do turismo, foi a incrível facilidade de uso do iPhone que massificou <em>de fato</em> a possibilidade de estarmos permanentemente conectados _o que, durante uma viagem, economiza tempo precioso e permite descobertas até então impossíveis.</p>
<p>Uma das obras inacabadas de Jobs, entretanto, pode nos levar ainda mais longe e ajudar quem viaja a viver uma experiência ainda mais completa. Há pouco mais de um ano o site <a href="http://www.patentlyapple.com/">www.patentlyapple.com</a> revelou com exclusividade detalhes do iTravel. Criado como uma ferramenta nativa no sistema dos iPhones e iPads, foi concebido para dar aos seus usuários a possibilidade de fazer reservas aéreas, de hotéis e alugar carros, além de agilizar checkins e checkouts e manter permanentemente atualizadas informações vitais sobre os locais que visitamos, da taxa de câmbio à previsão do tempo. Até serviço de quarto poderia ser solicitado através do celular com ele. A lista de utilidades do iTravel é imensa.</p>
<p>Quando ele vai ser lançado? Só Deus e Steve Jobs sabem. Essa questão se insere em uma pergunta bem maior, que tem resposta avaliada em mais de US$ 300 bilhões.  Todos sabemos que a Apple será menos inovadora sem Jobs. Mas será que ela continuará sendo relevante?</p>
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		<title>Embarque na era do turismo social</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 16:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vem comigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha amiga Gisele Pungan, que tirou um ano sabático para viajar o mundo, está prestes a mergulhar na Índia e no Nepal. Depois de enrolar muito, finalmente escrevi a ela o e-mail com dicas da viagem que fiz entre as margens do Ganges e as encostas do Himalaia.
Enquanto revisitava minhas memórias e anotações, lembrei de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1680" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/10/110910_00.jpg"><img class="size-full wp-image-1680" title="110910_00" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/10/110910_00.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Vista aérea da grande estupa de Boudanath, em Kathmandu, ao lado de onde indiquei hospedagem em um mosteiro budista para minha amiga Gisele</p></div>
<p style="text-align: left;">Minha amiga Gisele Pungan, que tirou um ano sabático para viajar o mundo, está prestes a mergulhar na Índia e no Nepal. Depois de enrolar muito, finalmente escrevi a ela o e-mail com dicas da viagem que fiz entre as margens do Ganges e as encostas do Himalaia.</p>
<p>Enquanto revisitava minhas memórias e anotações, lembrei de vários amigos que teriam dicas úteis para dar a ela. A maioria, Gisele não conhece. Mas em minha página de contatos do Facebook eles estão todos lado a lado. Será que não existe uma maneira de transferir experiências desses amigos para ela?</p>
<p>Vários aplicativos que podemos instalar em nosso perfil do Facebook permitem compartilhar experiências de viagem. O Trip Advisor é O primeiro é o mais manjado, mas não oferece a conexão entre nossa própria rede de amigos. Já os novatos <a href="http://www.tripit.com/" target="_blank">Triplt</a>, <a href="http://www.dopplr.com/" target="_blank">Dopplr </a>e Gtrot tiram bom proveito de nossa rede de relacionamentos.</p>
<p>O <a href="http://www.gtrot.com/" target="_blank">Gtrot </a>me parece o mais interessante. Conectado com nossa conta do Facebook ele vasculha o histórico de nossos amigos, dos lugares por onde passaram a elementos menos óbvios, como legendas de fotos ou comentários em perfis de terceiros. Assim, descobre-se quem tem algo a dizer sobre as cidades que vamos visitar. Aí é só mandar um convite para esse amigo entrar no Gtrot  e trocar as dicas são nas próprias páginas do serviço.</p>
<p>Como no caso do TripIt e do Dopplr, o Gtrot permite que, além das dicas, nossos amigos troquem fotos e reviews de hotéis e restaurantes. Mas o Gtrot vai além, oferecendo pechinchas de sites de compras coletivas como o Groupon _a princípio somente nos EUA, mas em breve também em outros países.</p>
<p>A exemplo do Facebook, o Gtrot também começou como um projeto de estudos de seus criadores em Harvard e o acesso era restrito apenas para estudantes. Por tudo isso, acaba de receber investimento do Lightbank, braço financeiro do site de compras coletivas Groupon. Através dele mandei minha dica mais quente para Gisele: em Kathmandu, hospedar-se na baratíssima <a href="http://www.shechenguesthouse.com.np/" target="_blank">guest house do mosteiro budista Sechen</a>, um verdadeiro oásis no meio da caótica capital do Nepal.</p>
<p>P.S.: a designer <a href="https://www.facebook.com/gipungan" target="_blank">Gisele Pungan</a> criou o visual deste blog</p>
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		<title>Twitter agora tem galeria de imagens</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 07:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[
O Twitter estreou ontem uma novidade em nossos perfis de usuários: uma galeria com as 100 últimas imagens que adicionamos aos nossos posts. Além de exibir as fotos que subimos através da recente ferramenta disponibilizado pelo próprio microblog, também são exibidas as imagens anexadas via serviços de photo-sharing como yFrog, TwitPic or Instagram. Mas se você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/08/110824_00.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1666" title="110824_00" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/08/110824_00.jpg" alt="" width="570" height="424" /></a></p>
<p>O Twitter estreou ontem uma novidade em nossos perfis de usuários: uma galeria com as 100 últimas imagens que adicionamos aos nossos posts. Além de exibir as fotos que subimos através da recente ferramenta disponibilizado pelo próprio microblog, também são exibidas as imagens anexadas via serviços de photo-sharing como yFrog, TwitPic or Instagram. Mas se você é um usuário contumaz desses serviços e tuiteiro de primeira hora saiba que isso só vale para imagens postadas a partir de 1 de janeiro de 2010. A novidade aparece no canto superior direito da tela dos perfis de usuários, logo abaixo dos dados sobre nosso número de amigos e tuitadas, sob a rubrica &#8220;recent images&#8221;. Clicando o link &#8220;view all&#8221;, logo ao lado, é possível acessar a galeria completa de imagens.</p>
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		<title>Tomadas sem escalas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 15:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[conexão]]></category>
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Thomas Stuker é um consultor de vendas que acaba de materializar, na vida real, a façanha do personagem vivido por George Clooney no filme “Amor Sem Escalas” (“Up in the Air” no original inglês). Ao descer de um vôo entre Los Angeles e Chicago, sua cidade natal, ele completou no último dia 11 de julho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/08/110810_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1654" title="110810_01" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/08/110810_01.jpg" alt="" width="570" height="367" /></a></p>
<p>Thomas Stuker é um consultor de vendas que acaba de materializar, na vida real, a façanha do personagem vivido por George Clooney no filme “Amor Sem Escalas” (<a href="http://www.imdb.com/title/tt1193138/" target="_blank">“Up in the Air</a>” no original inglês). Ao descer de um vôo entre Los Angeles e Chicago, sua cidade natal, ele completou no último dia 11 de julho a incrível marca de 10 milhões de milhas em uma mesma companhia aérea. E como aconteceu no filme, Stuker também ganhou tratamento VIP: nunca mais terá de enfrentar filas para embarcar, tem upgrade garantido para a primeira classe enquanto viver e de quebra teve um avião batizado com seu nome, como mostra a foto acima.</p>
<p>No filme, o personagem de Clooney passava mais de 300 dias por ano viajando a trabalho _sua função era demitir funcionários de empresas em processo de redução de pessoal. Na vida real, Mr. Stuker teve de tomar em 5.962 voos da United Airlines ao longo de 29 anos para completar a façanha, percorrendo uma distância equivalente a 400 voltas a redor do planeta.</p>
<p>Numa das melhores seqüências de “Amor Sem Escalas”, Clooney dá à trainee interpretada por Anna Kendrick impagáveis dicas sobre como viajar com máxima eficiência. “Fique atrás dos orientais nas filas do raio-X. Eles usam mocassins e não precisam amarar os sapatos depois da revista, é mais rápido seguir um deles”, diz Clooney para a mocinha revoltada com suas dicas politicamente incorretas.</p>
<p>Lembro de rir muito ao perceber que já havia adotado várias manias de Clooney há anos, particularmente na arrumação das malas. Mas revisando minhas próprias rotinas de viajante, percebi que o ator não falou nada sobre fios, tomadas e carregadores de traquitanas eletrônicas. Isso porque, ao contrário de Thomas Stuker, que combinou viagens pelos EUA com vôos à Europa, o personagem de Clooney só se deslocava dentro dos EUA e era meio desconectado _cabe à trainee inserir o componente tecnológico na rotina do trabalho dos dois.</p>
<p>Viajando com laptop, celular, câmera digital, tocador de MP3 e GPS, kit básico de um jornalista especializado em tecnologia, já passei algumas dificuldades nos últimos anos por conta dos diferentes plugues de eletricidade usados internacionalmente. A adoção de um novo padrão de adaptadores elétricos no Brasil, que se tornou 100% obrigatório desde o mês passado, só vem piorando essa situação. Se não bastassem as tomadas diferentes nos países para os quais viajamos, agora carregamos equipamentos com plugues no padrão brasileiro antigo e atual, um verdadeiro inferno eletrônico.</p>
<p>A façanha de Mr. Stuker recomenda uma visita à locadora de vídeo para alugar “Amor Sem Escalas”. Caso você ainda não tenha visto o filme, saiba que ele não é exatamente uma comédia romântica, como o péssimo título em português dá a entender, mas uma versão moderna do clássico mito de Sísifo, aquele no qual um trabalhador incansável rola uma pedra montanha acima, apenas para os deuses jogarem ela para baixo de novo, em um ciclo sem final ou sentido. Já para quem tem viagem ao exterior programada, uma visita à loja de material elétrico mais próxima para fazer um estoque de benjamins e extensões não é apenas recomendável, mas 100% obrigatória. E cuidado com os chamados plugues “universais”: tenho um desses com mais de uma dúzia de combinações de machos e fêmeas, comprado na França há alguns anos, que acaba de ficar sucateado graças ao novo padrão brasileiro. Não se envergonhe de levar todos os adaptadores de seus eletrônicos à loja para testar se todas as combinações que você necessita serão atendidas.</p>
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		<title>Apple supera valor de Exxon: é o canto de cisne da era industrial</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 15:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um pouco de tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

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		<description><![CDATA[No meio da grave crise financeira que os EUA atravessam, o pregão do mercado norte-americano de ações teve  hoje um marco histórico: a Apple ultrapassou a Exxon, tornando-se a empresa mais valiosa do mundo. Muito mais do que um dado financeiro, o fato tem grande importância simbólica. Parece que, finalmente, a era industrial cede espaço para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meio da grave crise financeira que os EUA atravessam, o pregão do mercado norte-americano de ações teve  hoje um marco histórico: a Apple ultrapassou a Exxon, tornando-se a empresa mais valiosa do mundo. Muito mais do que um dado financeiro, o fato tem grande importância simbólica. Parece que, finalmente, a era industrial cede espaço para a era da informação.</p>
<p>O valor de mercado da Apple alcançou US$ 337 bilhões, contra US$ 331 bilhões da Exxon. Devido às flutuações inerentes à bolsa de valores, é provável que, nos próximos dias, as duas empresas se alternem nas primeiras posições. Mas a tendência clara é de que a empresa de Steve Jobs se firme na primeira posição.</p>
<p>Antes de mais nada, por fatores de curto prazo. Nos próximos meses deve ser lançada  a quinta geração do iPhone. De quebra, a Apple começa a vender seu smartphone na China até o final do ano. Mas também, e principalmente, seguindo uma tendência de longo prazo. A ascensão da Apple vem deixando para trás, um a um, as principais empresas de tecnologia: a IBM foi batida em 2007, o Google em 2008 e a Microsoft em 2010. Tudo graças ao iPhone, grande hit da empresa, que revolucionou o mercado de telefonia móvel e responde por mais de 65% dos lucros da empresa.</p>
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		<title>Facebook e Google entram em guerra por nossos dados pessoais</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um pouco de tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma semana depois do lançamento da nova rede social Google+, clara tentativa do gigante das buscas de copiar e melhorar o Facebook, programadores das duas empresas entram em uma guerra declarada pelos nossos dados pessoais. Enquanto o Facebook tenta desesperadamente impedir que importemos dados de nossos amigos para o Google+, um grupo de programadores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/07/110705_012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1649" title="110705_01" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/07/110705_012.jpg" alt="" width="570" height="367" /></a></p>
<p>Uma semana depois do lançamento da nova rede social Google+, clara tentativa do gigante das buscas de copiar e melhorar o Facebook, programadores das duas empresas entram em uma guerra declarada pelos nossos dados pessoais. Enquanto o Facebook tenta desesperadamente impedir que importemos dados de nossos amigos para o Google+, um grupo de programadores da empresa de buscas auto-intitulado &#8220;The Data Liberation Front&#8221; mostra em um vídeo bem humorado que, no Google, a gente pode fazer o que quiser com nossos dados. &#8220;Acreditamos que, se for fácil sair do Google, você vai querer entrar no Google&#8221;, diz um dos programadores.</p>
<p>[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://hiperconectado.com.br/facebook-e-google-entram-em-guerra-por-nossos-dados-pessoais/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p>A guerra foi abertamente deflagrada depois que uma nova extensão do navegador Google Chrome <a href="http://mashable.com/2011/07/04/google-plus-contacts/" target="_blank">lançada ontem</a> permitia a rápida importação de todo o nosso catálogo de endereços do Facebook para o Google+. Em contra-ataque iniciado<a href="http://mashable.com/2011/07/05/facebook-blocks-friend-exporter-plugin/" target="_blank"> nesta madrugada</a>, o Facebook retirou os endereços de e-mail das páginas de seus usuários, bloqueando o plugin.</p>
<p>O vídeo acima mostra uma nova ferramenta apresentada pelo Google pouco antes do lançamento de sua nova rede social, intitulada <a href="http://mashable.com/2011/06/29/google-takeout/" target="_blank">Takeout</a>, que permite baixarmos todos os dados, fotos, textos e documentos que subimos para qualquer site do Google. Com o Takeout podemos ser &#8220;donos&#8221; de nossos dados, coisa que o Facebook impede nos termos de uso com os quais concordamos ao criar nosso perfil em sua site. A briga é boa, vai longe, e nós só temos a ganhar com ela.</p>
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		<title>Em memória de Otto Gottlieb: estamos destruindo nosso planeta</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 20:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Hoje, a questão básica já não é mais se podemos produzir alimentos, fármacos, energia, produtos em quantidade suficiente, mas quais as conseqüências ambientais disso. Na velocidade vertiginosa da destruição da biosfera, da atmosfera e até da estratosfera, cujas composições químicas afetam os organismos em geral e a humanidade em particular, dentro de algumas dezenas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110621_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1640" style="margin: 10px;" title="110621_01" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110621_01.jpg" alt="" width="284" height="354" /></a>&#8220;<em>Hoje, a questão básica já não é mais se podemos produzir alimentos, fármacos, energia, produtos em quantidade suficiente, mas quais as conseqüências ambientais disso. Na velocidade vertiginosa da destruição da biosfera, da atmosfera e até da estratosfera, cujas composições químicas afetam os organismos em geral e a humanidade em particular, dentro de algumas dezenas de anos custará uma inconcebível fortuna à pesquisa básica visando a uma extensão do período remanescente do homem no planeta. O drama não consiste tanto na capacidade do homem de alterar o ambiente, mas no desejo de alterá-lo antes de entender com precisão os fatores que governam a estrutura e o funcionamento desse meio.&#8221;</em></p>
<p><strong>Otto Gottlieb, outubro de 1988</strong><br />
<a href="http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=73" target="_blank">entrevista ao Canal Ciência</a></p>
<p>Faleceu ontem no Rio, aos 90 anos, o químico radicado brasileiro Otto Richard Gottlieb, indicado ao Prêmio Nobel em 1999 por sua pesquisa sobre a estrutura química das plantas como indicador do  estado de preservação dos ecossistemas. <a href="http://www.abc.org.br/~ogottlieb" target="_blank">Membro da Academia Brasileira de Ciências</a> e principal especialista na química de produtos naturais na América Latina, nasceu na  na atual República Tcheca e chegou ao Brasil em 1939. Com passagem por algumas das principais instituições de pesquisa no Brasil e no exterior, como o Instituto Butantan, o Instituto Weizmann de Ciências em Israel e a Universidade de Sheffield na Inglaterra.</p>
<p>O cientista fundou diversos pólos de pesquisa, como o o Laboratório de Química de Produtos Naturais no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) e o Laboratório de Fitoquímica da Universidade de Brasília (UnB). Combinando conhecimento teóricos de química e biologia com ecologia e geografia, fundou o campo da taxonomia química, ou identificação de grupos de substâncias químicas encontradas nas plantas.</p>
<p>Há mais de 25 anos Gottlieb alerta para o irreversível impacto da atividade humana no meio ambiente, como mostra a citação acima, retirada de entrevista que pode ser lida na ínregra <a href="http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=73" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Dobra número de usuários de redes sociais no EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 21:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um pouco de tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[MySpace]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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A mais recente pesquisa do Pew Internet &#38; American Life Project, uma das mais confiáveis fontes de informação sobre utilização de mídias online nos EUA, mostra que o número de pessoas que utilizam sites de relacionamento no país dobrou entre 2008 e 2010. A idade média dos usuários desses sites também aumentou sensivelmente, passando de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110620_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1634" title="110620_01" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/06/110620_01.jpg" alt="" width="570" height="424" /></a></p>
<p>A mais recente pesquisa do Pew Internet &amp; American Life Project, uma das mais confiáveis fontes de informação sobre utilização de mídias online nos EUA, mostra que o número de pessoas que utilizam sites de relacionamento no país dobrou entre 2008 e 2010. A idade média dos usuários desses sites também aumentou sensivelmente, passando de 33 anos, em 2008, para 38 anos em 2010.</p>
<p>Líder disparado em audiência, o Facebook tem como destaque sua capacidade de reviver antigos relacionamentos. O típico usuário do Facebook tem 229 pessoas em sua lista de amigos. O levantamento mostra que 79% dos adultos usam a internet nos EUA, e que 59% deles utilizam pelo menos uma rede social. O Facebook reúne 92% dos freqüentadores desses sites, contra 29% para o MySpace, 18% do LinkedIn e 13% do Twitter.</p>
<p>O longo título mostra a abrangência do estudo: &#8220;Social networking sites and our lives: how people’s trust, personal relationships, and civic and political involvement are connected to their use of social networking sites and other technologies&#8221;. <a href="http://pewinternet.org/~/media/Files/Reports/2011/PIP%20-%20Social%20networking%20sites%20and%20our%20lives.pdf" target="_blank">Clique aqui para baixar o estudo completo</a>.</p>
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		<title>Fotografia digital pode roubar o prazer de viajar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 02:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto e vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 15 anos, quando a gente só tinha à disposição as tradicionais câmeras com filmes fotossensíveis, havia uma rigorosa economia no ato de fotografar. Lembro que durante as viagens minha máquina ficava a maior parte do tempo na mochila, esperando a hora e o local exatos para ser sacada e produzir lembranças raras e preciosas.
Fotografar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 15 anos, quando a gente só tinha à disposição as tradicionais câmeras com filmes fotossensíveis, havia uma rigorosa economia no ato de fotografar. Lembro que durante as viagens minha máquina ficava a maior parte do tempo na mochila, esperando a hora e o local exatos para ser sacada e produzir lembranças raras e preciosas.</p>
<p>Fotografar era caro. E não apenas porque era preciso comprar filmes de 12, 24 ou 36 poses, ASA 100, 200 ou 400, que depois tinham de ser revelados em laboratório. Havia ainda o custo das ampliações coloridas. Existia gente que, para economizar, preferia fotografar tudo em preto-e-branco. Acredite se quiser.</p>
<p>Fotografar também era bem mais complicado. O que naquela época chamávamos de “câmeras automáticas” eram aparelhos de foco fixo, toscos se comparados com as mais simples digitais hoje à venda no mercado. Zoom, só em modelos caros e pesados, cuja “inteligência” se resumia a oferecer escolha entre prioridade de abertura ou velocidade, e ponto final.</p>
<p>A alucinante evolução da fotografia digital colocou à disposição de qualquer mortal aparelhos sofisticadíssimos. Um clique, hoje, custa virtualmente zero. Podemos rever as fotos na própria máquina e apagar as evidentemente ruins. Depois, no computador, é possível analisar as imagens em tamanho maior e apurar a seleção do que vai ser guardado. Imprimir, só se for para presentear a vovó desconectada que ainda não ganhou um “digital frame”.</p>
<p>As melhores imagens de nossas viagens acabam recheando nossos perfis no Facebook e transformando-se em tema de comentários dos amigos de nossos amigos. Smartphones, hoje, tiram fotos que rivalizam com câmeras profissionais do século passado, e podem ser postadas instantaneamente via Twitter, no momento em que são sacadas, mesmo que a gente se encontre do outro lado do mundo. E elas ainda vêm com as coordenadas GPS embutidas.</p>
<p>Genial, não? Sim, mas só até certo ponto. Todas essas facilidades potencializam nossa tendência de guardar o maior número de recordações turísticas, e podem até estragar momentos-chave para alguns viajantes. Há pouco mais de um ano no coração do Taj Mahal, dentro da tumba que o imperador Shah Jahan mandou construir para sua esposa preferida, vi um turista sendo arrastado para fora pelos seguranças, por sua insistência em não respeitar os avisos de não fotografar. Ainda que nem sempre a coisa descambe para situações tão dramáticas, é fato que muita gente gasta mais energia detrás das lentes do que verdadeiramente desfrutando dos lugares por onde passa. E essa vontade de reter o momento único, de provar que estivemos lá, acaba sendo multiplicada por nosso crescente vício de interação através das redes sociais.</p>
<p>Apesar de ser entusiasta da tecnologia, não tenho como negar que câmeras, celulares, Facebook e Twitter são um irresistível convite à compulsão. Por isso, tome cuidado para que a fotografia digital não roube parte de seu autêntico prazer de viajar.</p>
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		<title>Tsunami Android bate Nokia, Apple e se firma como preferido de consumidores e desenvolvedores</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 16:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderaos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>

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Você ainda tem dúvida se vale a pena comprar um smartphone com sistema Google Android no lugar de um iPhone ou um Nokia? Parece que a maioria dos consumidores e desenvolvedores de software para plataformas móveis já não têm mais dúvida. Ontem, o grupo de pesquisa Canalys revelou que a plataforma Android conquistou a liderança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/05/110505_00.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1618" title="110505_00" src="http://hiperconectado.com.br/wp-content/uploads/2011/05/110505_00.jpg" alt="" width="570" height="364" /></a></p>
<p>Você ainda tem dúvida se vale a pena comprar um smartphone com sistema Google Android no lugar de um iPhone ou um Nokia? Parece que a maioria dos consumidores e desenvolvedores de software para plataformas móveis já não têm mais dúvida. Ontem, <a href="http://www.canalys.com/pr/2011/r2011013.html" target="_blank">o grupo de pesquisa Canalys</a> revelou que a plataforma Android conquistou a liderança folgada no mercado global de smartphones, com 35% de participação, contra apenas 26% para a antiga líder Nokia. Hoje, <a href="http://www.research2guidance.com/android-market-will-become-the-biggest-mobile-content-platform-in-the-world-by-august-2011/" target="_blank">uma projeção da research2guidance</a> afirma que a loja de aplicativos Android Market vai superar o número de ofertas da Apple App Store no próximo mês de agosto.</p>
<p>Como mostra o gráfico acima, hoje a loja da Apple oferece 361 mil aplicações, contra 295 mil do Android. Mantidas as taxas de crescimento atuais, até agosto elas empatam em 425 mil apps, para depois o Android seguir à frente, sem chance de recuperação para o iPhone.</p>
<p>Apesar de alguns usuários de iPhones ainda torcerem o nariz, esses números comprovam <a href="http://hiperconectado.com.br/celular-do-google-ultrapassa-vendas-da-microsoft-iphone-e-proximo-alvo/">aposta que fizemos há um ano</a> neste blog, de que o Android e iPhone repetiriam, no universo mobile, o mesmo que aconteceu com Windows e Macintosh nos computadores pessoais. Mas atenção: a maioria dos modelos Android à venda no mercado brasileiro usam versões antigas desse sistema e não garantem sua atualização. O ideal é não adquirir um aparelho com o Google Android anterior à versão 2.2, conhecida pelo codinome Froyo, que além de importante melhoria de performance trouxe melhorias como hotspot Wi-Fi embutido e suporte a Flash.</p>
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