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Primeiro, os ingleses inventaram o futebol. E nesta Copa, acabam de inventar os EUA como potência futebolística. O empate por 1 X 1 na estréia das duas seleções nessa competição não pode apenas ser creditado ao estrepitoso frango do goleiro Green. E o frango não pode ser debitado, exclusivamente, na conta da já famosa bola Adidas Jaboulani. Houve equilíbrio no jogo, que apesar de tecnicamente fraco, foi emocionante. E isso não aconteceu por acaso. Como mostra a capa da última edição da revista “Time”: o “soccer” vive um boom nos EUA. O maior esporte global também está virando um dos maiores por lá, finalmente. Era questão de tempo eles deixarem de ser uma eterna zebra. Parabéns aos ingleses por mais essa invenção.
No melhor estilo imperialista ianque, o artigo da “Time” ameaça: “o mundo deve encarar: os EUA vão jogar, assistir, comercializar e dominar o seu jogo, cedo ou tarde”. Para substantivar a afirmação, a revista cita o comissário da Major League Soccer (MLS), Don Garber: “Para o bem e para o mal os EUA sempre foram o centro do universo, seja nos esportes, na cultura ou na política. Portanto, se o ‘soccer’ explodiu como o primeiro esporte verdadeiramente global, faz sentido que os EUA embarquem nessa onda”.
Espécie de CBF privada norte-americana, foi a MLS que levou David Beckham para a terra do Tio Sam, há quase três anos. É ela também que está tentando transferir para o New York Red Bulls o jogador francês Thierry Henry. No último verão, durante um evento de 51 dias intitulado “Summer of Soccer”, a entidade levou para os EUA times como o Barcelona, o Real Madrid e a seleção do México. Os jogos, apresentações e eventos paralelos atraíram mais de dois milhões de pessoas por todo o país. Em maio a rede de TV Fox forçou a mudança do horário de uma partida de basquete entre os New York Yankees e os Mets do horário nobre para o meio da tarde, para poder transmitir ao vivo a final da Liga dos Campeões da Europa entre a Inter de Milão e o Bayern de Munique.
O futebol está bombando nos EUA turbinado pela internet e os videogames de última geração. O serviço online da EA Games registra, diariamente, mais de 750 mil norte-americanos jogando seu FIFA 10 Soccer. O jogador da seleção norte-americana Landon Donovan declarou à “Time” que foi nesse game que ele aprendeu os nomes e estilos de todos os grandes jogadores das outras seleções. A revista lembra, ainda, que o campeão mundial desse game é um jovem norte-americano. Que medo!
Por mais que se queira a arbritagem é sempre um show a parte, no caso da Argentina quando vemos os angulos do gol argentino vemos Veron agarrando um jogador nigeriano e o deslocando-o que pelas normas é falta, mas arbritagem é arbritagem e ninguem pode reclamar. vejam e confiram . Até quando isso vai acontecer no futebol
Só uma correção.
Quem fez o gol do frago foi Clint Dempsey.
(:
Oops, sorry, correção feita!
Até que enfim os ianques acordaram para o soccer. Particularmente incomodava muito a indiferença americana pelo esporte mais popular do mundo, ficando trancados em seu mundinho particular com aquela famosa arrogância de quem se "acha"
Não pela importância de seu país é claro, mas porque seria mais um para perder para nós!
Quem fez o gol foi o Dempsey... flw
[...] poucos dias escrevi aqui sobre a nova visão dos EUA sobre o futebol, assim resumida em um artigo de capa da revista “Time”: “o mundo deve encarar: os EUA vão [...]
08.03.2012 - 09h:58
28.02.2012 - 12h:45
05.10.2011 - 13h:51
10.09.2011 - 14h:06