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“As armas e os barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando
Cantando espalharei por toda a parte
Se a tanto me ajudar o engenho e arte”.
Luís de Camões
Os Lusíadas (1572)
Canto I, 1–2
15:36:53
Tomara que o Felipão levante a taça, poque gosto dele e de seu estilo e porque ficaria mais vergonhoso para o Parreira.
01:21:48
Ricardo Abnderaos.
Gostei muito das suas reportagens e do belo poema de Luiz de Camoes.
Fiquei triste pelo meu querido Brasil, mas, "a esperanca e a ultima que morre". Voltaremos e vencerecemos!!!!
Iara Leite Cruz Himes (dos USA com saudades).
16:00:26
"E me direis qual é mais excelente
se ser do mundo rei se de tal gente"
18:04:55
"E ao imenso e finito Oceano
Ensinam essas Quintas que
aqui vês.
Que o Mar com fim será
Grego ou Romano...
O mar sem fim é Português"
Fernando Pessoa
Parabéns PORTUGAL!!
08.03.2012 - 09h:58
28.02.2012 - 12h:45
05.10.2011 - 13h:51
10.09.2011 - 14h:06