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Apple Music: mistura de iTunes, Spotify e MySpace tenta virar o jogo do conteúdo digital

Apple Music: mistura de iTunes, Spotify e MySpace tenta virar o jogo do conteúdo digital
Ricardo Anderáos

Um serviço de música na nuvem para enfrentar o Spotify e congêneres. Com esses anúncios na WWDC 2015, hoje aqui em San Francisco, Tim Cook tenta recolocar a Apple na vanguarda da distribuição de conteúdo digital.

Mas o Apple Music vai além do simples streaming de canções. A partir da plataforma iTunes, ele incorpora o conceito do Spotify e também ressuscita features da outrora dominante rede social MySpace. Artistas fazendo upload de conteúdo para engajar seus fãs. Essa é a jogada.

Uma rádio global 24/7 com curadoria de DJs e músicos de destaque completa o pacote. Tudo por US$ 9,99 ao mês, ou US$ 14,99 numa assinatura familiar para até seis pessoas.

A Apple vinha sendo o epicentro da inovação no segmento desde que Steve Jobs lançou a dupla Ipod/iTunes em 2001. Mas como costuma acontecer na fronteira digital, o sucesso no passado atrapalha a visão do futuro.

A empresa conseguiu tamanho sucesso com seu modelo de venda e download de conteúdo via iTunes que deixou escapar entre os dedos a oportunidade que novatas como Spotify e Rdio enxergaram; comprar arquivos de música já era.

É só olhar como o povo com menos de 30 anos consome mídia. Muito melhor pagar uma mensalidade no esquema “all you can eat” do que se apegar à propriedade deste filme ou daquela música.

Coloque nisso uma camada de mídia social, permitindo seguir seus amigos e artistas preferidos, conecte fãs com seus artistas diretamente e você terá a nova “killer aplication” da música. Essa é a aposta da Apple Music.

(Publicado originalmente no Brasil Post)

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